![]() | ![]() | "Nesta curva tão terna e lancinante que vai ser que já é o teu desaparecimento | ||||||
![]() Elena Baca Man is the baby, Anthony and The Johnsons por Rafael Amargo e Chuckie Hill | ![]() | digo-te adeus e como um adolescente tropeço de ternura por ti." Alexandre O'Neill |
she would be like this. Maybe she was...
domingo, 11 de maio de 2008
Nesta curva
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quinta-feira, 8 de maio de 2008
Deixo que seja nos meus olhos abertos
![]() Hannes Caspar Leave, Glen Hansard | "Deixo o céu azular, como água batida a assentar. Deixo que seja nos meus olhos abertos. Pararam pela primeira vez na vida e não sei o que fazer com eles. Não quero que sejam o espelho de ninguém, das coisas mortas que precisam de ser vividas, das paisagens e das casas, das noites inteiras no meio de uma floresta ou de uma cidade, sem uma única luz, um único latido. Olhos parados com memória de ver. Olhos abertos no ponto onde pararam. No teu rosto. Onde ficam, sem se mexer. São teus. Usa os meus olhos como quiseres. Passou a minha cegueira e nem sequer consigo chorar, como merecia o meu amor. Já oiço a tarde, o Verão, as pequenas flores das calçadas a crescer. Há um buraco no meu peito, por onde o mundo volta e vai enchendo o teu lugar. Mas ainda tenho os olhos parados onde o meu coração adormeceu, onde o meu coração sossegou, no rosto onde morreu tudo o que lhe andava a dar vida e a matar." |
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sexta-feira, 18 de abril de 2008
I wonder if you could

Cruella de Vit
If you want me, The Swell Season
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domingo, 30 de março de 2008
Para que tu me oiças
![]() Polisaspera | (...) Agora quero que digam o que quero dizer-te para que tu me oiças como quero que me oiças." Pablo Neruda In My Time of Need, Opeth |
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sábado, 29 de março de 2008
Não me deste a mão

Andreea Anghel
L'Ame Seule
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04:45
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sexta-feira, 28 de março de 2008
Às páginas tantas
![]() ![]() ![]() Andreea Anghel Com toda la palabra, Lhasa | "Às páginas tantas li-te no meu capítulo de mudanças. Gostei da cor desejei o cheiro li-nos sorrisos em vários parágrafos e fui-te saboreando letra a letra. Às páginas tantas a história fluía em harmonia. Mas abruptamente as frases por ler foram sentenciadas por palavras ditas. O toque esquecido e o desejo angustiavam por não ter ecos. As cores tornaram-se progressivamente neutras e sinto que ficamos longe à velocidade que o comboio caminha. Às páginas tantas deixei de te ler e o capítulo terminou. Não faz sentido este final e sinto que quero reescrever este capítulo. Quero as cores vivas os cheiros os sorrisos o calor os toques as saudades... Às páginas tantas...Dás-me a mão?" Blogger Thormentor em thormentor.blogspot.com |
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quarta-feira, 26 de março de 2008
Passaste um dia por ela
![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() Gregory Colbert É doce morrer no mar, Mónica Salmaso | "Foram-se os bancos de jardim foram-se os dias de savana foram-se as luas gordas e a tentação das estrelas. Foram-se os poemas. Foram-se os olhos as mãos os lábios o mistério a paixão a traição a saudade a pena. Sem gritos sem soluços sem tragédia nostalgicamente foi-se tudo foi-se o corpo foi-se a alma. Fiquei só parada transformada em pedra escura e incerta virada para mim mesma. Passaste um dia por ela eu que era pedra e não me reconheceste. Tocaste-lhe. E eu não senti nada. Levaste a mão à boca e soube-te a sal. O teu. Foi-te surpresa. Ficaste só parado a meu lado transformado em água." Eyes of China Blue |
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